Edições impressas disponíveis em PDF

Janeiro 20, 2009 por pmaoufes

Quem não teve a oportunidade de ler a edição # 113 ou não conseguiu achar a última – # 114 –  porque já estava de férias, vai poder acessá-las diretamente do site. Agora em PDF, o jornal amplia o público leitor para além das mil tiragens impressas.

Boa leitura e não deixe de fazer comentários e críticas. Afinal, essa é uma das expectativas da produção de um jornal laboratorial.

P.S.: Tenha paciência, os arquivos são bem grandes.

Capa Primeira Mão edição # 113                     primeira-mao-114

Edicão # 113

Edição # 114

Cartas na mesa: Poker é contravenção ou esporte?

Dezembro 10, 2008 por pmaoufes

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Fabricio Batista Ferreira

Colaboração de Helbert Paulino

O que os atores Matt Damon, Adam Sandler e o nadador Michael Phelps têm em comum, além de fama e carreiras bem sucedidas? A resposta é Poker. O trio de estrelas é adepto desse jogo que divide opiniões, movimenta rios de dinheiro e assiste a um crescimento exponencial de praticantes em toda a parte. Inclusive no Brasil.

 

O “Fenômeno Poker” é incipiente. O jogo, em sua modalidade mais famosa, o “Texas Hold’em”, é praticado desde o final do século XIX. Mas ganhou notoriedade há menos de uma década, com a cobertura televisiva dos torneios mais importantes do mundo realizada pelo canal ESPN.

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Discografias em Xeque

Dezembro 9, 2008 por pmaoufes

 

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Fabricio Batista Ferreira

“Guerra contra comunidade de 755 mil no Orkut”. Esse título, que poderia ser a chamada de uma edição do Jornal Nacional, foi retirado de matéria publicada no caderno de informática da Folha de São Paulo, em 14 de outubro passado.

Apesar de demasiado extenso, ele tem o benefício de condensar em única frase uma série de questões de relevante importância nos últimos anos: o fenômeno Orkut, o hábito de baixar arquivos da internet sem permissão legal, o lobby antipirataria, bem como a vigilância social praticada cada vez mais por governos de países (ditos) democráticos.

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O verbo comer e suas significações

Dezembro 9, 2008 por pmaoufes

 Thiago Cruz

 Crescei e multiplicai-vos! – A ordem é divina! – Para crescer devemos nos alimentar bem, e para nos multiplicar devemos fazer sexo.

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 O verbo “comer”, aqui no Brasil, tem significados em duas das melhores coisas que fazemos: alimentar e transar. São hábitos maravilhosos e estão muito bem associados com esse verbo. A única coisa que eu nunca entendi é por que os homens é que dizem que “comeram” uma determinada mulher. Pois, pensando bem, quem come na verdade é a mulher. Ela é que tem algo introduzido nela, assim como fazemos quando comemos alguma coisa, nós a colocamos na boca. Na verdade, na hora do sexo, a “comida” é quem acaba por “comer” alguém.

Acredito que essa discussão seja mais profunda do que parece, uma questão de quem manda em um relacionamento. Quando preparamos ou comemos algum alimento nos apoderamos dele. Torna-se nosso escravo. Com relação ao sexo, penso eu, a relação estabelecida deve ser similar. Aquela velha e batida questão de quem manda no relacionamento, coloca-se o tradicional domínio e a superioridade masculina de uma relação em jogo.

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Essa velha discussão entre um casal, normalmente, não dá em nada. Os ânimos se apaziguam e ninguém dá a mínima importância para isso na hora de comer, ou ser comido, se preferir. Isso se torna ainda mais claro quando os dois atos envolvidos na atividade “comer” se juntam. As brincadeiras que podem ser feitas são inumeráveis, como trepar em cima de uma mesa, o que pode contar ainda com outros atrativos, por exemplo, utilizar alimentos, que podem ser doces e chantilys, dentre outras coisas. Use sua criatividade na hora do prazer, tanto o alimentar, quanto no sexual.

 Divirta-se!

 Assista a um vídeo que trabalha com ironia sobre o tema “comer”, misturando os dois sentidos do verbo:

 

Sputnik: 51 anos de uma boa idéia

Dezembro 9, 2008 por pmaoufes

 


Pedro Mesidor


Ano após ano os marcos da Humanidade estão se tornando cada vez mais heróicos. Digo isso porque em 2008 completam-se 51 anos de lançamento do Sputnik(1), o primeiro objeto colocado em órbita por seres humanos.

Hoje, com todo o aparato tecnológico que nos rodeia (celulares, laptops, players de mp3 e mp4), fica até difícil imaginar como, há 50 anos, (quando, por exemplo, no Brasil a TV era um artigo de luxo) uma equipe de cientistas russos mandou um satélite para o espaço.

Corrida espacial: esquenta a Guerra Fria

O “passo para a eternidade” do Sputnik se deu quando foi lançado de uma base no Cazaquistão(2), no leste europeu, no dia 4 de outubro de 1957. A princípio, o artefato não tinha função alguma, somente transmitir ondas de rádio e, claro, mostrar ao mundo inteiro que os soviéticos foram os primeiros a conquistar o espaço. Os norte-americanos, contrariados, se sentiram ameaçados e acreditavam que o satélite era um plano militar que viabilizaria o lançamento de mísseis provenientes da órbita terrestre. No contexto da Guerra Fria, tudo era motivo pra se preocupar. O Sputnik caiu na Terra após seis meses orbitando o planeta.

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